Levei o grupo de discipulado dos adolescentes e jovens para fazer em lugar diferente. Terminamos o estudo e ainda fizemos um lanche. Não falte o próximo estudo. rsrsrs
Sou Daniel, pastor batista, casado com Renata e pai de Daniely. Pastor na Cidade de Canaã dos Carajás Estado do Pará Acredito que nossa Missão é resgatar o ser humano em sua totalidade (corpo físico, emocional e espiritual). Resumindo, um servo tentando servir!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Discipulado
Levei o grupo de discipulado dos adolescentes e jovens para fazer em lugar diferente. Terminamos o estudo e ainda fizemos um lanche. Não falte o próximo estudo. rsrsrs
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
AMAR O PRÓXIMO!!!
Jesus ensina que devemos AMAR o nosso próximo como ELE
mesmo nos amou. Ele deu a sua vida por nós!!! O interessante é que não damos
nem tempo (horas, minutos, segundos) ao próximo... e em uma sociedade cada vez
mais individualista, ainda damos a desculpa da “PRIVACIDADE”, da falta de tempo, etc.
AMAR: Verbo é a palavra
que exprime geralmente uma ação. Isso significa que meu amor tem que me
impulsionar a uma ação. Pesquisando sobre verbo me deparai com a divisão
semântica que são: Verbos transitivos, Verbos
intransitivos, Verbos impessoais e Verbos de ligação.
Fazendo uma leitura livre de cada uma delas
eu diria:
VERBOS
TRANSITIVOS: Designam ações voluntárias. Qual ação tenho feito ao meu próximo. E ainda
vem a minha mente: Quem é meu próximo?
VERBOS
INTRANSITIVOS: Designam ações que não afetam outros indivíduos. Será possível isso para
um discípulo de Jesus? Como por exemplo, meu andar não afetará o outro? Como o
meu existir não afetará o outro?
VERBOS
IMPESSOAIS: São verbos que designam ações involuntárias. “A boca fala o que o
coração está cheio”. As minhas ações involuntárias demonstram na prática o meu caráter.
VERBOS
DE LIGAÇÃO: São os
verbos que não designam ações; apenas servem para ligar o sujeito ao
predicativo. Como predicativo é o termo da oração que atribui uma característica, uma
propriedade, um estado ao sujeito. Sendo o sujeito Jesus Cristo como seu discípulo
preciso ter as características e demonstrar ser propriedade de Cristo.
Amar a Deus é relativamente fácil é até
inerente ao ser humano. Mas quando o ensinamento de Jesus nos reporta ao outro,
ao próximo fica muito mais difícil. Temos vivido um tempo onde as Igrejas tem
se iludido e iludido o povo, mascarando o Evangelho de Cristo. O que temos
feito para mudar essa realidade?
“E que
amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de
todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os
holocaustos e sacrifícios”. Marcos 12. 33
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Avivamento Missionário - 14.07.12 - 83/100 dias de oração pelo Brasil
Avivar é recuperar, restaurar a vida. Avivamento missionário deveria ser a capacidade de recuperar, de restaurar a missão. Digo deveria, pois a história recente indica que resumimos missão ao trabalho da proclamação de uma mensagem com efeitos sobre uma palavra - a palavra alma - e não sobre uma pessoa - o ser humano e sua vida multidimensional - com repercussões somente em outro tempo e local, o futuro, o céu.
A lógica do paradigma predominante de avivamento é um individuo "ganhando" mais um indivíduo, que "ganha" mais um indivíduo, que "ganha" outro indivíduo", que "ganha" mais um indíviduo ...
Além disso, a missão que pretendemos avivar, não é a missão dos atos de Jesus. O paradigma que se busca recuperar é o dos atos dos apóstolos. Uma coisa é estudar a vida de Jesus, seu caráter e ensinos e orar e trabalhar para que isso seja restaurado em nós; outra, tomar a vida dos apóstolos para avivá-la em nós.
A diferença é que, os atos dos apóstolos, conquanto estejam relacionados à missão de Jesus, são uma manifestação inicial e incompleta do que a convivência de Jesus fez nos discípulos. Em Jesus vemos a manifestação completa da missão a ser avivada. Daí os primeiros discípulos terem investido tempo no registro da vida de Jesus e na reflexão teológica sobre ela, registros conhecidos hoje como Novo Testamento.
A questão é que o paradigma "atos dos apóstolos" é mais facilmente adaptável ao mundo em que vivemos do que o paradigma "Jesus". Os atos dos apóstolos evidenciam ação com resultados imediatos em termos de números de decididos e de igrejas. Os atos de Jesus evidenciam trabalho artesanal, de burilamento de vidas, com efeitos mais demorados, porém profundos, extensos e duradouros.
Somos a sociedade da velocidade, do descartável. Nos empenhamos na pressa para obter resultados na proclamação e "descartarmos" pessoas tão logo elas declarem crer. Crendo, basta que os novos declarantes memorizem que a missão deles é levar outros a declararem que crêem. Alcançado esse objetivo, seu único trabalho com o declarante é que ele memorize que deve reproduzir uma única ação: levar outro a declarar o mesmo.
Nesse estágio a missão com o novo declarante, novo decidido ou crente novo, terminou e ele já pode ser "descartado", ou seja, ser deixado só, na missão de conquistar novos declarantes. O importante é que o resultado - pessoas declarando que crêem - se multiplique.Os apóstolos conviveram pelo menos 3 anos com Jesus, aprendendo com seus exemplos e palavras, o sentido do viver, os valores com os quais deveriam estar comprometidos e as ações que deveriam ser desenvolvidas em favor do próximo.
No avivamento missionário em evidência, investir tempo conhecendo a vida e ensinos de Jesus é desnecessário e até prejudicial ao modelo reprodutivo em série. Evidência disso é que, no processo de identificação de avivamento raramente se inclui o verbo preparar. Preparar é apenas um detalhe que se resume em aprender técnicas que nos ajudem a levar mais e mais pessoas a "declararem" a fé em Jesus.
Investimento pesado, portanto, é feito na mobilização para envolvimento de pessoas e levantamento de recursos e capacitação para a reprodução, visando resultados imediatos. Não há tempo, nem dinheiro a perder com estudo, exceto se for de técnicas de resultados imediatos.
Investimos em Coentro, não em Carvalho.
Sonho com um avivamento missionário. Ele gira em torno do conhecimento e vivência da vida de Jesus. Se desdobra em pessoas apaixonadas e comprometidas com Jesus, agindo segundo seus dons onde estão inseridas no cotidiano. Sua ação é, primeiramente testemunhal e, como teria dito São Francisco de Assis, se necessário, usando palavras.Testemunho de vida em primeiro lugar. No testemunho dos 72, ao retornarem do estágio missionário, não foi evidenciada a quantidade de decididos. Diante da manifestação empolgada com o poder do nome de Jesus ("Senhor, até os demônios se submetem a nós, em teu nome".(Lc. 10:17)), eles ouviram de Jesus: "alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seusnomes estão escritos nos céus". O fato a ser enfatizado é a alegria de pertencerem e serem norteados por Deus.
Gosto de movimentos, eles me empolgam e coopero da forma que tenho aprendido e crido. Gosto mais ainda, quando estão a serviço do testemunho e não somente do anúncio da vida de Jesus. Por isso, o avivamento missionário para o qual me convido e te convido-o a orar é o que visa restaurar, recuperar a vida amorosa de Jesus em nós e sua presença iluminadora em indivíduos e estruturas de sustentação da vida.
Abraços do seu pastor, Edvar Gimenes de Oliveira.
http://blogdoedvar.blogspot.com.br
A lógica do paradigma predominante de avivamento é um individuo "ganhando" mais um indivíduo, que "ganha" mais um indivíduo, que "ganha" outro indivíduo", que "ganha" mais um indíviduo ...
Além disso, a missão que pretendemos avivar, não é a missão dos atos de Jesus. O paradigma que se busca recuperar é o dos atos dos apóstolos. Uma coisa é estudar a vida de Jesus, seu caráter e ensinos e orar e trabalhar para que isso seja restaurado em nós; outra, tomar a vida dos apóstolos para avivá-la em nós.
A diferença é que, os atos dos apóstolos, conquanto estejam relacionados à missão de Jesus, são uma manifestação inicial e incompleta do que a convivência de Jesus fez nos discípulos. Em Jesus vemos a manifestação completa da missão a ser avivada. Daí os primeiros discípulos terem investido tempo no registro da vida de Jesus e na reflexão teológica sobre ela, registros conhecidos hoje como Novo Testamento.
A questão é que o paradigma "atos dos apóstolos" é mais facilmente adaptável ao mundo em que vivemos do que o paradigma "Jesus". Os atos dos apóstolos evidenciam ação com resultados imediatos em termos de números de decididos e de igrejas. Os atos de Jesus evidenciam trabalho artesanal, de burilamento de vidas, com efeitos mais demorados, porém profundos, extensos e duradouros.
Somos a sociedade da velocidade, do descartável. Nos empenhamos na pressa para obter resultados na proclamação e "descartarmos" pessoas tão logo elas declarem crer. Crendo, basta que os novos declarantes memorizem que a missão deles é levar outros a declararem que crêem. Alcançado esse objetivo, seu único trabalho com o declarante é que ele memorize que deve reproduzir uma única ação: levar outro a declarar o mesmo.
Nesse estágio a missão com o novo declarante, novo decidido ou crente novo, terminou e ele já pode ser "descartado", ou seja, ser deixado só, na missão de conquistar novos declarantes. O importante é que o resultado - pessoas declarando que crêem - se multiplique.Os apóstolos conviveram pelo menos 3 anos com Jesus, aprendendo com seus exemplos e palavras, o sentido do viver, os valores com os quais deveriam estar comprometidos e as ações que deveriam ser desenvolvidas em favor do próximo.
No avivamento missionário em evidência, investir tempo conhecendo a vida e ensinos de Jesus é desnecessário e até prejudicial ao modelo reprodutivo em série. Evidência disso é que, no processo de identificação de avivamento raramente se inclui o verbo preparar. Preparar é apenas um detalhe que se resume em aprender técnicas que nos ajudem a levar mais e mais pessoas a "declararem" a fé em Jesus.
Investimento pesado, portanto, é feito na mobilização para envolvimento de pessoas e levantamento de recursos e capacitação para a reprodução, visando resultados imediatos. Não há tempo, nem dinheiro a perder com estudo, exceto se for de técnicas de resultados imediatos.
Investimos em Coentro, não em Carvalho.
Sonho com um avivamento missionário. Ele gira em torno do conhecimento e vivência da vida de Jesus. Se desdobra em pessoas apaixonadas e comprometidas com Jesus, agindo segundo seus dons onde estão inseridas no cotidiano. Sua ação é, primeiramente testemunhal e, como teria dito São Francisco de Assis, se necessário, usando palavras.Testemunho de vida em primeiro lugar. No testemunho dos 72, ao retornarem do estágio missionário, não foi evidenciada a quantidade de decididos. Diante da manifestação empolgada com o poder do nome de Jesus ("Senhor, até os demônios se submetem a nós, em teu nome".(Lc. 10:17)), eles ouviram de Jesus: "alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seusnomes estão escritos nos céus". O fato a ser enfatizado é a alegria de pertencerem e serem norteados por Deus.
Gosto de movimentos, eles me empolgam e coopero da forma que tenho aprendido e crido. Gosto mais ainda, quando estão a serviço do testemunho e não somente do anúncio da vida de Jesus. Por isso, o avivamento missionário para o qual me convido e te convido-o a orar é o que visa restaurar, recuperar a vida amorosa de Jesus em nós e sua presença iluminadora em indivíduos e estruturas de sustentação da vida.
Abraços do seu pastor, Edvar Gimenes de Oliveira.
http://blogdoedvar.blogspot.com.br
sexta-feira, 6 de julho de 2012
David Malta do Nascimento
Pioneirismo na defesa intransigente da justiça
O despertamento social
Eu fui estudar muito tarde; eu terminei o curso
colegial com 20 anos de idade. Depois foram as leituras, o contato com
universitários, a polêmica que resultou nessa compreensão de uma teologia
aberta ao ser humano.
Esse assunto que diz
respeito à beneficência cristã, ação social, justiça social me tocou bastante e
naquela época —fim da década de 1940 e início de 1950 — se desenvolvia no
Brasil o esquerdismo marxista. E já na faculdade eu fazia parte de um grupo que
era de uma tendência socialista não comprometida com o marxismo, na Faculdade
de Direito. Lutamos bastante no sentido de tomar posição sobre aspectos da vida
social brasileira.
Você bem sabe que naquela
época havia um interesse muito grande do ponto de vista político e os grupos se
formavam com bastante conteúdo e se opunham. Então, de um lado estavam os
esquerdistas e, do outro, os conservadores. Vou dizer uma coisa — eu não me
lembro o ano [provavelmente em 1966, data da primeira candidatura de Lysâneas à
Câmara dos Deputados, pelo MDB]. Você sabe que eu fui candidato, ou a deputado
estadual, ou a vereador. Formei um par com Lysâneas Maciel e nós fizemos a
campanha. Eu tive 5500 votos; ele teve 12 mil pra Câmara Federal. Eu tive 5500
votos, mas não deu pra me eleger vereador, ou deputado estadual, no Rio. Esse
lado — vamos dizer — social me falava profundamente, e nós lá na Faculdade
tínhamos o nosso grupo. Mas cá fora tínhamos o grupo de líderes batistas e evangélicos
que também estava bastante sensibilizado por essa causa. Nesse contexto, surge
o Movimento Diretriz
Evangélica. O Movimento Diretriz Evangélica foi um ideal, o sonho de
alguns líderes batistas, e nós tínhamos uma abertura porque eu sempre fui bastante
sensível e voltado para o problema da aproximação das denominações batistas e
evangélicas no Brasil. Então, nós – Lauro Bretones, Mario Barreto França,
Helcio Lessa, Himaim Lacerda, dentre outros – nos aliamos de alguma forma à
Confederação Evangélica do Brasil. Naquela época houve o famoso congresso no
Recife que marcou historicamente os evangélicos no Brasil.
Ação política da igreja
Não quero envolver a igreja diretamente na política
como algumas denominações estão fazendo, não acho correto isso. Porque o Estado
é separado da Igreja. Mas o melhor é dar formação em cidadania aos membros da
igreja para que eles atuem, por exemplo, nos seus locais de trabalho. Se você
puser na cabeça de um jovem ideais de justiça, de humanização etc., ele pode
pôr essas idéias em prática no seu ambiente de trabalho. Não estou dizendo que
em todo culto vai se falar de justiça social, mas a gente pode fazer congresso,
conferência. A juventude precisa ser despertada e, às vezes, nós passamos por
cima, não consideramos isso.
Uma coisa que me preocupa
muito, muito, muito: A igreja e sua periferia. O que ela faz com a população
que está perto? Ela tem alguma promoção? Ela tem alguma forma de chegar e fazer
algum evento e convidar os vizinhos e seja algo que interesse aos vizinhos? A
igreja, por exemplo, sofre uma limitação porque há certas atividades na área de
saúde que precisam obedecer à legislação. A gente devia estudar esse assunto. A
igreja que frequento agora foi obrigada a fechar seu ambulatório onde havia
médicos atendendo. Preste atenção — teve que fechar esse ambulatório porque a
lei não permite que funcione assim. Então, a gente devia estudar como é que a
lei estabelece ou influenciar, quem sabe, a própria lei. Mas a igreja não chega
às pessoas que estão perto dela. Ela não chega. Ela tem que criar uma forma de
se relacionar com essas pessoas, com essas famílias.
Somente sei que não podemos
continuar como estamos. Mas como eu creio que a história é feita de reformas,
eu estou esperando. Você imagina que jamais uma coisa possa acontecer, e
acontece!
sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Resposta a um amigo!!!

O senhor disse que a situação do
nordeste sempre foi essa, mas isso não é verdade. Existe uma situação em que o
semi-árido nordestino, não somente a Bahia passa por um ciclo de
aproximadamente 26 anos. Na década e 80 houve uma seca, não com essas
proporções e está se repetindo agora com mais força.
Muitos políticos realmente usam
isso como possibilidade de desvio de dinheiro. Mas a pergunta é: então o que
fazer?
Sei que realmente faltam
políticos para cumprir sua missão. Entretanto, outra pergunta é, e nós temos
cumprido a missão?
Órgãos para amenizar a situação
sempre vão aparecer. Mas não podemos deixar a responsabilidade com o outro se
ela também é minha. Precisamos entender qual é o objetivo da Igreja, pois
muitas vezes temos transformado a Igreja em um "Clube Social" e não
um grupo de pessoas regeneradas com o intuito de regenerar o mundo. A pergunta
que eu faço agora é a mesma de Jesus quando perguntado depois de explanar sobre
amar o próximo. Quem é meu próximo?
Às vezes ficamos na nossa zona de
conforto, pois é confortável, e não nos informamos a respeito das necessidades
dos outros, pois se soubermos as necessidades do outros me dá a
responsabilidade de ajudar. Porque se não ajudar nossas mentes entendem como
pecado, mas por falta de conhecimento, minha mente não vai doer.
Em Pernambuco a Igreja Católica junto
com a FETAPE estão se organizando para pressionar o Governo pedindo agilidade nas
reivindicações feitas pelos agricultores no agreste e sertão. A região de
Irecê-Ba onde Lapão faz parte é era exportador de feijão e de mamona e milho. E
esse ano já se perdeu a plantação. Acredite, comprávamos feijão a R$ 1,50 o Kg,
agora já chega a R$ 5,00 o Kg.
Enquanto a questão de água no
subsolo, isso depende muito do lugar. Os mais antigos dizem que no passado
furava-se um poço e com 15 metros já tinha água. Agora com no mínimo de 160
metros não se encontra água. Sem a existência de rios e com clima semi-árido, a
agricultura regional de Irecê e região são mantidas principalmente pela
extração de água do subsolo. Mesmo assim, produtores acabaram encontrando na
concessão de seus poços uma forma de sobrevivência. Hoje a escassez hídrica no
subsolo, de acordo com o Instituto de Pesquisa Tecnológica de São Paulo (IPT),
é associada às rachaduras nas ruas, propriedades rurais e casas do município de
Lapão-BA.
O que sei é que precisamos unir
as nossas forças, pois muitas pessoas estão precisando de ajuda.
Desculpe pelo desabafo, mas foi
feito por alguém que conhece alguns caminhos políticos, conhece um pouco das
estruturas religiosas, por alguém que foi criado no sudeste tendo uma raiz
nordestina e escrava e sabe de todas as possibilidades que os políticos, a
Igreja e os mais ricos podem fazer em prol do outro e não o faz.
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